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O que todo mundo vê?

O que todo mundo vê?
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Enquanto alguns se esforçam para entender as complicadas lógicas de programação do já ultrapassado Flash ou as limitações de interatividade do HTML5 em seus processos de produção do EAD corporativo, outras navegam na onda da facilidade de acesso e consumo de mídias mais instantâneas.

Os vídeos se tornaram artigo de última necessidade na prateleira do EAD corporativo e com toda razão. Do antigo formato das videoaulas maçantes e longas, com pouca ou quase nenhuma interatividade, não ficou muita coisa. Apesar do objetivo poder ser considerado o mesmo, ou seja, o compartilhamento de conhecimento de forma mediada, as novas modalidades de vídeo para treinamento são mais dinâmicas, na forma de pílulas de conteúdo ou short vídeos, explorando um ponto crítico de um projeto, teoria ou mesmo trazendo uma aplicação de um método, mas de forma mais interessante, com animação, com efeitos visuais e até interatividade.

O que você costuma fazer quando liga o celular e abre um aplicativo?

É quase uma unanimidade o uso das redes sociais. Uma pesquisa recente mostra que o Brasil é o país que mais acessa redes sociais na América Latina. Isso é um forte indicador associado a um comportamento da nossa população e, mais que isso, um importante balizador para ações de mobile learning.

Se você abre uma rede social qualquer hoje, receberá uma enxurrada de vídeos de toda natureza, dos mais engraçados aos mais polêmicos, de assuntos diversos. E basta abrir a área de comentários para perceber como é alto o envolvimento das pessoas com essas publicações.

Essa predisposição quase natural das pessoas a acessarem vídeos torna essa mídia uma moda quase imbatível para a área de treinamento. Quem ainda não faz, em algum momento vai querer fazer ou pelo menos vai avaliar a aplicabilidade disso na empresa.

Para evitar as “modinhas” que acabam não sendo efetivas, é preciso ficar atento para se investir nesse formato de treinamento com inteligência. Não adianta querer produzir videoaulas longas para celular. Também não resolve querer transformar tudo em vídeo. É preciso avaliar cada conteúdo e definir prioridades dentro de cada tema a ser treinado. É importante primar por vídeos mais curtos, dinâmicos, com alto poder de disseminação e compartilhamento. E não se deve esquecer de atrelar sempre essa oferta a algum mecanismo de acompanhamento, seja o ambiente de publicação ou mesmo a associação com atividades avaliativas.

O fato é que hoje quase todo mundo está apto a ver um vídeo pelo celular. Por que não aproveitar a oportunidade?

Até o próximo!

Ubirajara Neiva

E-LEAD+

 

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